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Rua Maria Moreira da Silva, 98 - Jardim das Azaléias - Poços de Caldas - MG
   
   
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Adinatha
"Senhor Primordial", epíteto aplicado ao mestre original da tradição Kaula (também chamada Natha), identificado com Shiva, criador mítico do Yoga e primeiro na linhagem dos 84 mahasiddhas, yogis iluminados do norte da Índia.
Advaita
"não dualismo". O Advaita Vedánta é um sistema metafísico exposto nas escrituras antigas chamadas Upanishads e outros textos baseados nelas. O Vedánta não dualista é a tradição filosófica preponderante no hinduísmo e inclui várias correntes diferentes, sendo as duas mais significativas o não dualismo absoluto de Ádi Shankaracharya e o não dualismo qualificado de Rámánuja.
Ágamas
"aquilo que desce". Este termo se refere à tradição do Yoga, e designa o conhecimento adquirido através das percepções sensoriais ou pelo testemunho de autoridades competentes.
Agrimasana
postura proeminente.
 
ARTIGOS
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PRATIQUE
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    Meditação  
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REPORTAGEM
    TODO DIA 19/10/2010  

    MENSAGENS  
 

Ahimsá

"não violência". Um dos cinco yamas, proscrições ou preceitos de conduta do Yoga de Pátañjali. Ahimsá, a não violência, entende-se como não matar, não agredir nem causar nenhum tipo de dor a nenhum ser vivo. As outras quatro proscrições (veracidade, não roubo, não desvirtuamento da sexualidade e não possessividade) são corolários, conseqüências naturais da não violência.

Ájña

"centro do comando". Um dos sete chakras, centros psíquico-energéticos no corpo sutil, situado no ponto do intercílio. Representa-se graficamente como uma flor de lótus de duas pétalas que circundam o lingam, símbolo da criatividade de polaridade masculina. Este centro está conectado com o ego (ahamkára), com a mente inferior (manas) e com o mantra Om. Também recebe o nome de guru chakra, pois é neste centro que o adepto recebe telepaticamente as instruções do seu preceptor.

Ákasha

"esplendor". Este termo designa o elemento espaço ou éter, e é freqüentemente usado como referência para o Ser transcendental (Páramátman), "radiante como mil sóis". Também significa ar, atmosfera, luz. Designa o espaço sutil onde estão armazenados todos os conhecimentos e feitos humanos, desde os primórdios. É a memória da Humanidade, patrimônio e herança de todos os homens. Corresponde ao inconsciente coletivo de Jung.

Amanaska

"estado transmental". Designa a iluminação, estado de transcendência da mente. Também recebe o nome de unmani, "exaltação".

Amara

"perfeito", "imortal". Uma das qualidades do yogi realizado.

Amaratva

"perfeição". Estado de isolamento sensorial (pratyáhára), em que a consciência perde contato com as referências externas.

Amaravarunni

"aguardente". Um epíteto para o amrita ou soma, licor lunar que goteja desde o soma chakra, no interior da cabeça.

Amari

urina.

Amarolí

"néctar imortal". Técnica que consiste em beber a própria urina com fins terapêuticos.

Amarolí mudrá

"selo da imortalidade". Ação de fazer amarolí, ingerir a própria urina.

Anáhata

"não batido". Centro de captação de bioenergia localizado no plexo cardíaco, na altura do coração. O nome refere-se ao som do coração, que não é provocado por percussão, nem pela fricção de dois objetos, como no caso da música, senão que é uma pulsação interior. Este centro tem doze pétalas douradas que rodeiam circularmente dois triângulos de cor cinza superpostos. Os triângulos formam uma estrela de seis pontas, símbolo do elemento ar. No centro desta estrela pulsa o bíja mantra Yam.

Anandamadirasana

postura do néctar da beatitude.

Ánanta

"infinito". Nome da serpente cósmica de mil cabecas, sobre a qual jaz o deus Vishnu ("o onipresente"), preservador da criação.

Animam

"atomização". Um dos oito siddhis, poderes paranormais que surgem ao longo da prática de Yoga. É a capacidade de reduzir à vontade o tamanho do corpo.

Antahkarana

"instrumento interior". O psiquismo que, segundo o tratado Sámkhya Kariká, compreende a mente superior (buddhi), o ego (ahamkára) e a mente inferior (manas).

Apána

"respiração descendente". É a forma de energia vital que controla os processos de excreção e expulsão, aliviando o organismo de elementos desnecessários. Localizado no baixo ventre e na parte inferior do tronco, é o responsável pelos processos de excreção. Fisiologicamente, isto se processa através da força centrífuga, desintegrando ou eliminando matérias fecais e urina e emitindo o sêmen. É de polaridade negativa, e a sua cor é laranja-avermelhada. Os dois váyus, prána e apána, são os grandes pássaros que o yogi deve unir dentro de si. Essa inversão das direções naturais da energia é o objetivo principal dos exercícios respiratórios.

Arambhavasthá

"estado inicial". O primeiro dos quatro estados (avasthás) de realização dentro do Yoga. Neste estágio da prática, o "nó de Brahmá" (brahmágranthi, localizado no chakra básico) é atravessado pela força kundaliní, quando esta ascende ao longo do canal central (sushumná nádí).

Ardhabaddhapadmottanasana

meiapostura ereta do lótus bloqueado.

Ardhabhujamgasana

meia postura da serpente.

Ardhacakrasana

meia postura da roda.

Ardhacandrasana

postura da meia-lua; meia postura da lua.

Ardhadhanurasana

meia postura do arco.

Ardhamastyendrasana

meia postura de matsyendra.

Ardhapadmahalasana

postura do ardo com meio lótus.

Ardhapadmapadottanasana

postura de extensão da perna com meio lótus.

Ardhapadmapascimottanasana

postura de extensão do dorso com meio lótus.

Ardhapadmasana

meia postura do lótus.

Ardhasalabhasana

meia postura do gafanhoto.

Ardhastambhasana

meia postura da coluna.

Arundhati

sinônimo de kundaliní.

Asamprájñata

samádhi "iluminação supraconsciente", último grau de samádhi. É o mais elevado estado de hiperconsciência, no qual se atinge a condição de jívanmukta, "liberado vivo", e se penetra na essência do próprio Ser.

Ásana

"postura", "assento". Exercícios psicofisiológicos do Yoga, definidos pelo sábio Pátañjali como sthirasukham, firmes e agradáveis. Este termo se presta a duas interpretações: por um lado, ásana significa lugar para sentar, assento de meditação, e conseqüentemente as posturas que o praticante assume para concentrar-se, meditar ou fazer respiratórios. Ao permanecer em uma posição imóvel, os ritmos internos vão reduzindo-se e a atuação dos gunas rajas e tamas, ação e inércia, vai diminuindo, dando lugar ao guna sattwa, equilíbrio e harmonia. O corpo é invadido por uma sensação de bem-estar que absorve o pensamento: "A posição é dominada quando se elimina a tensão e se medita no infinito." Yoga Sútra, II:47. Por outro lado, a palavra ásana também designa os exercícios físico-energéticos do Yoga. Nesse sentido, e desde a popularização das formas "físicas" do Hatha Yoga, no período medieval, estes exercícios começaram a ganhar força dentro do universo das técnicas do Yoga. É através deles que o praticante faz do corpo um instrumento para o crescimento pessoal. Os ásanas movimentam de forma intensa e variada o fluxo da energia, vitalizando, fortalecendo e, preparando a estrutura biológica para o despertar de kundaliní. As posturas descritas nesta obra são apenas dezesseis, embora apareçam alguns a mais no texto (listam-se quatro nomes e duas variações da postura chamada siddhásana, e dão-se dois nomes ao bhadrásana): bhadrásana, postura virtuosa; dhanurásana, postura do arco; gomukhásana, postura da face de vaca; gorakshásana, postura do yogi Goraksha; guptásana, postura escondida (sinônima de siddhásana); kukkutásana, postura do galo; kúrmásana, postura da tartaruga; matsyendrásana, postura do yogi Matsyendra; mayúrásana, postura do pavão; muktásana, postura que outorga a libertação (sinônima de siddhásana); padmásana, postura do lótus; paschimottanásana, postura de alongamento intenso (conhecida igualmente como postura da pinça); shavásana, postura do cadáver; siddhásana, postura perfeita; simhásana, postura do leão; svastikásana, postura auspiciosa; uttánakúrmásana, postura da tartaruga elevada; vajrásana, postura do diamante (sinônima de siddhásana); vírásana, postura do herói.

Ashram

lugar dedicado ao desenvolvimento espiritual.

Astanganamaskarasana

postura da reverencia dos oito membros.

Astavakrasana

postura das oito curvas de astavakra.

Asteya

"não roubo". Um dos cinco yamas, preceitos éticos do Yoga. Asteya significa não roubar, não cobiçar ou invejar bens ou conquistas de outrem. Não é apenas não roubar, mas eliminar totalmente o impulso de apoderar-se de objetos (ou idéias) alheios. O sábio Vyása ensina que "steya significa pegar ilegalmente coisas pertencentes a outrem. Asteya é abstenção dessas tendências, mesmo que em pensamento."

Asvasamcalanasana

postura do cavalo em movimento.

Asvasamcalanasana

postura do cavalo em movimento.

Átman

"ser". Eu, ánima, alma, princípio auto-organizador do ser: "Este átman é o mantra eterno Om, os seus três sons, a, u e m são os três primeiros estados de consciência, e estes três estados (vigília, sono e sonho) são os três sons." Maitrí Upanishad, VIII. A Mundaka Upanishad, I:1,3, diz que o átman é "aquilo através do qual o universo inteiro pode conhecer-se". A natureza do átman é sat chit ánanda: verdade, consciência e bem-aventurança. O átman é a porção divina do ser, Brahman ou Paramátman. Na Dhyánabindu Upanishad se diz que assim como o cheiro está na planta, a manteiga no leite, o óleo na semente e o ouro na pedra, da mesma forma tudo está imerso no Brahman, sendo o átman a porção individual dele. Outra imagem recorrente nos textos é a da lua, que se reflete em diferentes pontos. Se se observarem esses reflexos, se vêem muitas luas. Se se olhar para cima, se vê uma lua só, a real.

Avasthá

"estado", "condição". Existem vários estágios no caminho do Yoga, que são chamados avasthás. Assim, o Hatha Yoga Pradípiká distingue quatro estágios na caminhada: 1) arambhavasthá, "estado inicial", em que a força kundaliní vence o primeiro obstáculo à sua ascensão (brahmágranthi); 2) ghatávasthá: "estágio do pote", em que as duas forças vitais se unem e a kundaliní ascende até o chakra da garganta (vishuddha); 3) parichayávasthá: "acumulação", quando começam a ouvir-se os sons sutis (náda); e 4) nishpatti avasthá, "maturidade", o estágio final, em que a força vital ascende até o alto da cabeça, e o yogi se compara ao próprio Deus (Íshvara). De acordo com a filosofia Vedánta, este termo designa os diversos estados de consciência: vigília (jágrat), sonho (svapna), sono (sushupti) e estado transcendente (turíya). A Maitrí Upanishad, VII:11, descreve esses quatro estados da seguinte forma: "aquele em que se vê com os olhos, aquele em que é possível mover-se em sonhos, aquele em que se dorme profundamente e o que está além do sono profundo. Esses são os quatro estados. Desses quatro, o quarto é superior aos demais."

Avidyá

"não saber". Ignorância metafísica. O maior dos obstáculos à iluminação (samádhi), pois é nele que se originam todos os outros, conforme o Yoga Sútra. "Para o Sámkhya e o Yoga, o mundo é real (não é ilusório, como é por exemplo, para o Vedánta). Entretanto, se o mundo existe e permanece, isso se deve à "ignorância" do espírito: as inúmeras formas do Cosmos, assim como seu processo de manifestação e desenvolvimento, somente existem na medida em que o espírito, o Si (Purusha) se ignora e, do fato dessa ignorância de ordem metafísica, surgem o sofrimento e a escravidão." Mircéa Éliade, Pátañjali et le Yoga, p. 14.

Ayurveda

o mais antigo sistema de medicina do mundo, abordagem verdadeiramente holística desenvolvida pelas mesmas pessoas que formavam os sistemas de yoga; a parte do vedas que trata da saúde do corpo.

Baddhapadmasana

postura do lótus bloqueado.

Baddhayonyasana

postura do útero bloqueado.

Báhya kúmbhaka

"retenção externa". É a fase na qual o aparelho respiratório permanece totalmente vazio, excetuando obviamente aquele volume de ar residual que sempre fica nos pulmões. É preciso executar esta técnica com bastante atenção e cuidado: pessoas com problemas pulmonares ou cardíacos, especialmente hipertensão, devem abster-se de fazer retenções demasiado prolongadas, tanto com os pulmões vazios quanto com eles cheios. O acompanhamento e a supervisão de um professor qualificado e responsável são fundamentais em qualquer caso. Psicologicamente, o shúnyaka produz, partindo do vazio, abstração, receptividade, consciência dos próprios limites. Ao ser muito prolongado pode acontecer uma intoxicação por excesso de anidrido carbônico, muito útil para alcançar estados elevados de consciência, mas que deve fazer-se unicamente com acompanhamento de um instrutor competente a fim de evitar efeitos indesejados.

Bakadhyanasana

postura de meditação da garça.

Bakasana

postura da graça.

Bandha

"fixação". A palavra deriva da raiz bandh, que significa ligar, fixar. Contrações de plexos, nervos, órgãos e glândulas, que funcionam como interruptores do fluxo energético no organismo. Quatro são de capital importância: jalándhara (contração da garganta), uddiyana (contração do abdômen) e múla (contração do assoalho pélvico). Através destas contrações o praticante força o ar vital apána váyu a ascender, e o váyu prána a descer, confluindo ambos na altura do umbigo.

Bhadrasana

postura auspiciosa.

Bhadrásana

"postura virtuosa". Um dos ásanas descritos nesta obra, que trabalha a abertura pélvica. Se colocam as plantas dos pés unidas sob a base do tronco, mantendo os joelhos perto do chão. As mãos seguram as pontas dos pés.

Bhairava

"terrível". Aspecto terrorífico do deus Shiva. Nome de um adepto mencionado no Hatha Yoga Pradípiká.

Bhairava mudrá

"selo de Bhairava". Gesto de meditação, em que o dorso da mão direita repousa sobre a palma da mão esquerda.

Bhastriká

"respiração do fole". O nome provém da comparação entre o movimento do abdômen durante a respiração acelerada e o de um fole funcionando. Este respiratório produz uma oxigenação muito mais intensa que todos os outros, limpa os pulmões e as vias respiratórias e é altamente energizante e vitalizante, podendo eliminar o cansaço e a depressão em poucos instantes. Sentado com as costas bem eretas, faça por alguns instantes a respiração abdominal. Aos poucos, comece a acelerar o ritmo, contraindo ao máximo o abdômen a cada exalação. Isto deve produzir um ruído bem alto e forte. A inspiração acontece espontaneamente, quando o diafragma e o ventre se expandem. Ao expirar, o diafragma se eleva e a musculatura reta abdominal se contrai vigorosa e rapidamente. Ao inspirar, o abdômen se projeta para fora. Ao exalar, ele se contrai com força. Você poderá fazer vários ciclos deste respiratório, contando o número de exalações. No início serão algumas dezenas, que você irá progressivamente aumentando até várias centenas. Após um certo tempo de prática, quando houver eliminado aqueles sinais de desconforto decorrentes do exercício (no início poderá sentir dores nos flancos, na região abdominal ou nas costas), você conseguirá aumentar ainda mais a duração de cada ciclo. É aconselhável fazer uma retenção com pulmões cheios combinada com bandha no final de cada ciclo de bhastriká. Durante as primeiras vezes que o fizer, a fim de fortalecer e treinar a sua capacidade vital, sugerimos que você faça o kúmbhaka juntamente com jihva bandha (contração da língua no céu da boca) e ashwiní mudrá (contração ritmada dos esfíncteres do ânus e da uretra). Quando começar a fazer retenções prolongadas utilize o jalándhara bandha (contração do queixo no tórax) combinado com múla bandha (contração dos esfíncteres). Preste atenção para não contrair a musculatura da fisionomia nem movimentar os ombros durante o exercício. Efeitos: fortalece a parede abdominal, aumenta a circulação sangüínea e tonifica o sistema nervoso. Normaliza as funções dos aparelhos digestivo e excretor. Oxigena todo o organismo e revitaliza os tecidos. No plano sutil, provoca um aumento relevante da consciência de si próprio e da força de vontade.

Bhramadandasana

postura do bastão circular.

Bhrámárí

"respiração da abelha". Inspire rápida e vigorosamente, produzindo um som reverberante, semelhante ao zumbido do zangão. Expire muito lenta e suavemente, com um som parecido ao zumbido da abelha." HYP, II:68. Sente-se em atitude receptiva para praticar. Mantenha as costas eretas e coloque as pontas dos polegares dentro dos canais auditivos, fechando firmemente com isto os ouvidos, porém sem provocar desconforto. A respiração deve fluir entre púraka e rechaka de forma ampla. Não é aconselhável fazer retenções. O som a que se refere o texto é um murmúrio, como se pronunciássemos a letra m de forma baixa e contínua, imitando o som do vôo de uma abelha. Comece a emitir esse som na exalação, concentrando-se nele. Não o faça durante a inspiração. Se após alguns ciclos você começar a sentir os braços cansados, junte os cotovelos no peito ou descanse as mãos sobre os joelhos enquanto estiver inspirando e volte a colocá-las nos ouvidos quando for exalar. Faça isto de dez a vinte vezes. Ao encerrar, procure perceber os sons sutis, que vibram no interior do seu corpo. Efeitos: esse exercício acaba com o mau humor, ativa o sistema nervoso e tonifica o aparelho respiratório. Desperta a sensibilidade, clarifica as idéias e detém as instabilidades do pensamento. É um excelente preparatório para os exercícios de retração dos sentidos e concentração.

Bhujamgasana

postura da serpente.

Bhujamgasana

postura da serpente.

Bhujangí

"serpente", um sinônimo de kundaliní.

Bhumipadamastakasana

postura da cabeça e dos pés no solo.

Bhunamanasana

postura curvada para o solo.

Bindu

"ponto", "gota". Esta palavra possui diversos significados: por um lado, o bindu designa o centro a partir do qual se expande o Universo, lugar em que se unem todas as formas de manifestação da Prakriti. O bindu representa igualmente o som transcendental do Absoluto. No Hatha Yoga e no Tantra, designa o sêmen ou o fluxo vital masculino, que precisa ser retido ou reabsorvido durante o intercurso sexual ritual (maithuna).

Brahmá

"o incomensurável". Na mitologia, o primeiro deus da tríade hindu, sendo os outros dois Vishnu e Shiva. Brahmá é chamado Prajapati, pai e Senhor das criaturas. Nasceu do ovo cósmico, Hiranyagarbha, e emana do umbigo de Vishnu quando este dormita sobre as águas causais, para criar o Universo. Após a criação, o mundo permanece inalterado por um período de 2:160.000.000 anos, que equivale a um dia na vida do deus. Após esse dia, ele dorme, Shiva começa a dançar a dança do fim dos tempos e o universo se reabsorve na matéria primordial. Ao despertar, Brahmá restaura novamente a criação. Este processo se repete até completar o período da existência do deus, que vive 100 anos. O número de anos terrestres da vida do deus tem 15 dígitos. No fim deste ciclo, o cosmos e os próprios deuses se reabsorbem no processo chamado mahaláyá, a grande dissolução.

Brahmacaryasana

postura do brahmamacarin.

Brahmachari

"servidor de Brahmá". Aquele que pratica a castidade (brahmacharya).

Brahmacharya

"conduta brahmínica". Continência, celibato. Um dos cinco yamas do Rája Yoga. O não desvirtuamento da sexualidade pode interpretar-se tanto como total e absoluta abstinência sexual quanto não dissipação da energia através do orgasmo. Em ambos os casos pretende-se, embora por meios diferentes, refrear a força geradora, a fim de entesourá-la para a evolução no sádhana (prática espiritual). O estudioso Alain Daniélou, em seu livro Shiva e Dionisos (p. 98) sustenta a seguinte opinião sobre este conceito: "Emprega-se hoje a palavra brahmacharya com o significado de casto, mas a castidade é uma noção ambígua. Nenhum homem é casto, já que de uma maneira ou de outra emite periodicamente seu sêmen, nem que seja dormindo. O que é proibido ao brahmachari não são as práticas sexuais, são os vínculos e particularmente os atos reprodutores, que, por suas conseqüências, o ligam à sociedade, privando-o da sua liberdade. O brahmachari não deve ter relacionamentos que impliquem riscos de concepção. Deve ser, de qualquer modo, econômico com seu sêmen, consagrando-se ao estudo."

Brahmágranthi

"nó de Brahmá". Primeiro dos três granthis, "nós energéticos" do corpo sutil, situado no múládhára chakra, primeiro centro psicoenergético, na base da espinha dorsal. Alguns autores localizam o brahmágranthi no chakra cardíaco (anáhata). Ver granthi.

Brahman

"aquele que se expande". A alma suprema do universo, da qual todos os seres e objetos emanam. Absoluta, eterna e auto-existente, esta alma cósmica é o ponto onde a criação começou e o ponto onde ela se dissolverá no fim das eras. Esta essência divina é imutável, eterna, onipresente, não criada, sem início nem fim, ilimitada e imperceptível. No Satapatha Brahmana, no entanto, aparece como o criador ativo do mundo. Infinito em suas manifestações, ele está presente tanto nos deuses, homens e animais, como nas coisas mais simples e banais. O Brahman é o objeto de meditação usado pelos yogis que aspiram a absorver-se nele. Muitas das Upanishads tratam sobre a natureza da alma suprema. Às vezes, recebe o nome de Kalahansa, o cisne do tempo.

Brahmárandhra

"abertura de Brahman", a abertura do canal axial (sushumná nádí), no topo da cabeça, que corresponde no plano psíquico à sutura frontal craniana. O brahmárandhra é um dos pontos nos quais o yogi deve meditar. Enquanto alguns autores consideram este vocábulo sinônimo de sushumná nádí, o canal central ao longo da coluna vertebral, para outros ele é a extremidade superior desta nádí, no sahásrara chakra, que fica no topo da cabeça.

Cakrasana

postura da roda.

Candrasana

postura da lua.

Chaitanya

"consciência", "inteligência". Mente transcendental, essência do Ser, psiquismo, intelecto. Segundo o Sámkhya, manas, a mente como sede dos pensamentos e das idéias é apenas um dos componentes que constituem a consciência (chittabhúmi).

Chakra

"roda", "disco". Os chakras são centros de captação, armazenamento e distribuição da força vital no corpo sutil. O organismo funciona como um receptor de prána cósmico, captando energia do ambiente através dos chakras. Existem milhares de pequenos chakras no corpo, chamados marmas na medicina ayurvêdica, porém, para efeitos da prática, importam os sete principais, que estão ao longo da coluna vertebral e na cabeça. Desses sete centros, os primeiros seis correspondem ao plano energético, e o último ao plano etérico. Eles são: múládhára, swádhisthána, manipura, anáhata, vishuddha, ájña e sahásrara chakra. A aparência deles é circular e brilhante, como se fossem pequenos CDs de quatro ou cinco dedos de largura, que giram vertiginosamente em ambos sentidos. Cada um tem associados uma série de propensões mentais (vrittis), uma forma, uma cor, um veículo, uma deidade e um bíja mantra, isto é, um som semente, ao qual responde. São representados com um número definido de pétalas, sobre as quais aparecem inscritos fonemas do alfabeto sânscrito, os bíjas menores, que representam as manifestações sonoras do tipo de energia de cada chakra. Dessa forma, cada sílaba de cada mantra estimula uma pétala definida de um chakra. Existe uma analogia entre esses centros e os diversos plexos do corpo físico, mas é um erro querer identificá-los com as diversas partes da anatomia humana.

Chalana

"sacudida". Uma técnica de manipulação da energia vital. Ver shaktíchalana.

Chandra

a lua.

Chandrabheda pránáyáma

"atravessar a lua". Este exercício estimula a nádí lunar, chandra ou ídá nádí. Se inspira pela narina lunar, a esquerda, e se exala pela narina solar. Efeitos: este exercício só deve ser feito em caso de indicação expressa do guru, pois ele envolve certos riscos. É completamente seguro ativar a corrente prânica solar, pingalá nádí, fazendo súryabheda pránáyáma, porém pode ser perigoso ativar ídá nádí, a corrente de polaridade negativa, fazendo este exercício. Acontece que se for exacerbada a atividade de ídá nádí, sua energia descendente pode deixar a consciência totalmente introvertida e fazer com que o corpo entre em estado letárgico. Não se deve fazer súryabheda e chandrabheda pránáyáma no mesmo dia.

Chitta

"consciência". No Yoga Sútra, chitta é a o poder interno que cria as sensações de cognição e retenção. Segundo a filosofia Sámkhya, compreende os três instrumentos internos de conhecimento: buddhi, ahamkára e manas; o intelecto, o ego e o pensamento (anatahkarana). No Hatha Yoga, a palavra chitta pode ser sinônima de buddhi, intelecto superior. Uma das descobertas mais originais dos hathayogis é o vínculo estreito que existe entre consciência e respiração: "Aquele que detém o alento detém também o pensamento. Aquele que domina o pensamento domina igualmente o prána." HYP, IV:21.

Dhanurasana

postura do arco.

Dhanurásana

"postura do arco". Uma posição de flexão frontal descrita no Hatha Yoga Pradípiká: sentado, com uma perna estendida no chão à frente do corpo e segurando o dedo maior desse pé com a mão do mesmo lado, deve elevar-se o outro pé até a altura do ouvido sustentando-o com a outra mão, como se se estivesse tensionando a corda de um arco. Este ásana recebe igualmente o nome de karna dhanurásana ("postura do arco no ouvido"), para diferencia-lo do dhanurásana mais conhecido nos dias de hoje, que é uma hiperextensão da coluna vertebral, deitado de bruços no chão e segurando os tornozelos com as mãos.

Dharanasana

postura da sustentação.

Dharmikasana

postura do devoto.

Dhatu

"constituinte". No sistema de saúde Ayurvêdico, ciência irmã do Yoga, define os sete elementos corporais: pele, sangue, carne, gordura, osso, medula e sêmen. Às vezes, a palavra dhatu denota o principal constituinte do corpo, que é o néctar da imortalidade (amrita). Pode igualmente fazer referência aos três humores corporais, vata, pitta e kapha. Ver dosha.

Dhauti

"limpar", "purificar". Segundo o Gheranda Samhitá, o dhauti compreende quatro grupos de técnicas de purificação das mucosas e dos órgãos internos: 1) antar dhauti, técnicas para a limpeza dos órgãos internos; 2) danta dhauti, exercícios para asseio dos dentes; 3) hrid dhauti, que é descrito como purificação do coração, mas que também atua sobre os órgãos internos; e 4) múla shodhana, lavagem do reto. O Hatha Yoga Pradípiká não menciona essas categorias, mas descreve o dhauti como uma técnica de purificação do aparelho digestivo que se faz engolindo uma longa tira de pano (esta técnica recebe também o nome de vaso dhauti).

Dolasana

postura do pêndulo.

Dosha

na medicina indiana (Ayurveda), os três humores do corpo, que se constituem pela interação entre os cinco elementos: vata (ar e espaço), pitta (fogo) e kapha (água e terra). O equilíbrio dos doshas possibilita o correto funcionamento fisiológico.

Drutahalasana

postura dinâmica do arado

Dundubhi

um tipo de tambor.

Dvihastabinujamgavana

postura da cobra com duas mãos.

Dvikonasana

postura em dois ângulos.

Dvipadakanjarasana

postura da barriga e dos dois pés.

Dvipadarirsasana

postura da cabeça com dois pés.

Dvipadasetubandhasana

postura da ponte em dois pés.

Ekahastabhujamgasana

postura da cobra numa mão.

Ekapactasirsasana

postura da cabeça com um pé.

Ekapadabakadhyanasana

postura de meditação da garça num pé.

Ekapadangusthasana

postura sobre o hálux (dedão) de um pé.

Ekapadapadmasana

postura do lótus com um pé.

Ekapadapadmottanasana

postura ereta do lótus com um pé.

Ekapadapranamasana

postura da reverencia num pé.

Ekapadasana

postura num pé.

Ekapadasetubandhasana

postura da ponte num pé.

Gajakarani

"técnica do elefante". Prática que consiste em elevar a força vital chamada apána e provocar a vomição, expelindo todo o conteúdo do estômago. Esta prática ajuda a manter o controle sobre as correntes prânicas (nádís). Embora não esteja catalogado no Hatha Yoga Pradípiká como uma técnica de purificação (shatkarma), pertence obviamente a essa categoria. Em outras obras recebe o nome do vamana dhauti.

Gangá

nome sânscrito do rio Ganges.

Garbhasana

postura do embrião.

Garudasana

postura do (pássaro) garuda.

Ghatávasthá

"estágio do pote". O segundo dos quatro estágios na senda do Yoga. É um estado meditativo em que os fluxos prânicos prána e apána permanecem unidos com náda e bindu (o som sutil e sua causa), e com a alma individual e a alma universal (átman e Páramátman).

Ghee

manteiga clarificada, largamente utilizada na culinária indiana. Apresenta uma série de vantagens sobre as manteigas normais, como o fato de não estragar facilmente, não ferver a baixas temperaturas e ser mais saudável. A preparação do ghee é muito simples: leve ao fogo médio em banho-maria um pacote de manteiga sem sal. Quando a manteiga começar a derreter, abaixe o fogo, continue fervendo-a e retire a cada 15 minutos a espuma que se forma na superfície do líquido. Cozinhe durante 30 a 40 minutos, desligue o fogo e deixe esfriar. Quando tiver esfriado, mas ainda em estado líquido, coloque o ghee em um recipiente adequado depois de eliminar cuidadosamente o sedimento depositado no fundo da panela.

Go

vaca.

Gomansa

carne de vaca.

Gomukhasana

postura da cara de vaca.

Gomukhásana

"postura da cara de vaca". Um dos dezesseis ásanas descritos nesta obra, que consiste em colocar o pé direito do lado do glúteo esquerdo e o pé esquerdo junto ao direito. Atualmente, gomukhásana se faz unindo as mãos atrás das costas, com um cotovelo elevado e o outro para baixo.

Gopi

vaqueira.

Goraksha

ou Gorakshanatha "protetor das vacas". Um dos grandes mestres de Yoga da nossa era, que viveu provavelmente no século IX d.C. no norte da Índia, provavelmente no Punjab. Pertence à tradição adinatha e fundou a ordem dos kanphata yogis. Mestre de Matsyendra, foi um dos mestres que deu ao Hatha Yoga a forma que ele tem hoje. Atribui-se a ele a composição de várias obras sobre Yoga, como o Goraksha Samhitá, o Amaraugha Parbodha e o Siddha Siddhánta Paddati. Em algumas partes da Índia ele é venerado como um deus.

Gorakshásana

"postura de Goraksha". No Hatha Yoga Pradípiká, o gorakshásana é uma variação da postura virtuosa, bhadrásana. No Gheranda Samhitá esse nome designa outra postura de meditação.

Granthi

"nó". Os granthis são obstáculos à ascensão da energia psíquica, kundaliní. Durante o processo do despertar, ela encontrará três obstáculos ao longo da sushumná nádí, localizados no múládhára chakra (brahmágranthi), anáhata chakra (vishnugranthi) e ájña chakra (rudragranthi). O yogi precisa de muita perseverança na prática para neutralizar cuidadosamente essas forças hostis, sem produzir um arrombamento energético, pois eles estão ao longo do caminho precisamente para prevenir despertamentos indesejados. Se formos pensar na correspondência entre a localização destes nós e as tendências subconsicientes latentes (vrittis) em cada centro, poderíamos identificar esses obstáculos com as disposições afetivas inerentes a cada um deles: os laços da pulsação sexual (primeiro granthi, no múládhára chakra), do amor e da auto-estima (segundo granthi, no anáhata chakra) e da soberba e o orgulho intelectual (terceiro granthi, no ájña chakra).

Grivasana

postura da nuca.

Gulma

inchaço crônico do fígado ou de outro órgão abdominal.

Guna

"atributo". Originalmente, esta palavra designava a corda de um arco. Os gunas são as qualidades que definem, através da sua interação, todo o mundo manifestado. Os estados da realidade, as formas de manifestação que assume Prakriti, a natureza, são três: tamas, imobilidade, inércia; rajas, atividade, ação; e sattwa, equilíbrio, perfeição: "As fases de buddhi em forma de sattwa, rajas e tamas, interagindo entre elas, dão lugar à experiência da paz, da intensidade ou da insensibilidade. Os produtos dos gunas estão em estado fluido, sempre em movimento. Por isso, a mente é chamada 'aquela que muda rápido.'" Vyása, Yoga Bháshya, II:15.

Gunasana

postura da corda.

Guptapadmasana

postura do lótus oculto.

Guptásana

"postura secreta". Outro nome do siddhásana, a postura de meditação por exelência.

Guru

"pesado". A palavra guru (mestre) pode interpretar-se como aquele cujo julgamento tem peso. No Yoga hindu, o guru desempenha um rol axial no ensinamento do Yoga, como deixa claro o Shiva Samhitá (III:11): "Somente o conhecimento transmitido pela boca do guru pode dar frutos." No contexto do Yoga, o mestre é considerado com o maior respeito e reverência. Entretanto, o fato de serem poucos os mestres realmente iluminados e muito numerosos os charlatões, levou o autor do Kularnava Tantra a fazer a seguinte afirmação nesta obra (XIII:106-108): "Há muitos mestres na terra que ensinam coisas que não tem a ver com o Ser, mas é difícil encontrar um mestre que de fato revele o Ser. Muitos são os gurus que livram seus discípulos das riquezas, mas raro é o guru capaz de remover as aflições do discípulo. O verdadeiro mestre é aquele através de quem flui a felicidade suprema. O homem inteligente deve escolher tal pessoa como seu mestre, e nenhuma outra."

Halasana

postura do arado.

Hálux

dedão.

Hamsasana

postura do cisne.

Hastapadangusthasana

postura do hálux (dedão do pé) e da mão.

Hastapadasana

postura dos pés e das mãos.

Hastottanasana

postura da extensão das mãos.

Hastottanasana

postura de extensão das mãos.

Hatha

"força". Violência, esforço físico extremo, algo que está contra a inclinação natural. Entretanto, existe ainda uma interpretação esotérica deste termo: segundo o autor do Goraksha Paddhati, um comentário do Gorakshasataka, a palavra hatha derivaria das sílabas ha, sol, e tha, lua, donde podemos inferir que este sistema almeja a integração das forças solar (masculina) e lunar (feminina) dentro do indivíduo.

Hatha Yoga

"Yoga da força", também chamado Hathavidyá, "ciência do esforço". Método de Yoga que almeja o despertar da energia potencial através do aperfeiçoamento e da purificação do corpo físico, da manipulação da força vital e das técnicas contemplativas. Embora este sistema se apresente como sendo complementar do Raja Yoga, as práticas de concentração, meditação e iluminação estavam incluídas desde o início em suas premissas.

Hathavidyá

"conhecimento do Hatha", outro nome do Hatha Yoga.

Hathayogi

o praticante de Hatha Yoga.

Ídá nádí

"canal do conforto". Nome de um dos principais canais energéticos do corpo sutil, de polaridade lunar ou negativa, simbolizada pela cor branca. Inicia no chakra da raiz (múládhára), na base as espinha e ascende ao longo da coluna, entrelaçando-se com o canal solar, pingalá nádí, e atravessando os principais chakras, até chegar na narina esquerda. Transporta e distribui a energia de polaridade negativa: o apána. Está associada à energia lunar, de caráter suave e descendente, e ainda à introversão, atenção, frescor, feminilidade, passividade, subjetividade, intuição.

Indriya

"relativo ao rei dos deuses (Indra)". Os órgãos dos sentidos, faculdades ou atividades sensoriais: audição, visão, olfato, tato e paladar. Segundo a tradição yogue, os sentidos são a mais poderosa influência sobre o homem, podendo ser utilizados como uma escada para a transcendência ou um veículo para a perdição. Afirma o deus Krishna na Bhagavad Gítá: "O homem que detém seu pensamento nos objetos dos sentidos desperta em si mesmo a inclinação por eles. Da inclinação nasce o desejo; do desejo, a cólera; da cólera, a desordem mental; da desordem mental, a confusão da memória; da confusão da memória, a perda do discernimento; pela perda do discernimento o homem se perde completamente. Mas o homem disciplinado que se relaciona com os objetos exteriores através dos sentidos, livres de atração e repulsão, subordinados ao Eu, alcança a serenidade." (II:62-64).

Íshitritva

"soberania". Um dos oito poderes paranormais (siddhis) que consiste na capacidade de manipular os elementos da natureza.

Íshvara

"Senhor". Proto-yogi, modelo arquetípico do praticante de Yoga. Na metafísica tântrica aparece identificado com o bindu; nas interpretações do Sámkhya e do Yoga Sútra, Íshvara adquire o status de deus supremo. "Íshvara não é, em suma, senão um arquétipo do yogi: um Macro-yogi; muito provavelmente, patrono de algumas seitas yogues. De fato, Pátañjali esclarece que Íshvara foi o guru dos sábios das épocas imemoriais; porque, acrescenta, Íshvara não está condicionado pelo tempo. (...) Numa dialética da liberação, na que não era necessário que figurasse, Pátañjali introduz um "Deus" ao qual concede, é verdade, um papel bastante modesto: Íshvara pode facilitar a obtenção do samádhi a quem o tome como objeto de concentração. (...) Pátañjali teve que introduzir Íshvara no Yoga porque Íshvara era, por assim dizer, um dado experimental: os yogis recorriam efetivamente a Íshvara, embora tivessem podido liberar-se mediante a observância exclusiva das técnicas do Yoga. (...) O que resulta notável é o papel cada vez mais ativo que desempenha Íshvara entre os comentadores tardios." Mircéa Éliade, El Yoga. Inmortalidad y Libertad, pp. 66 e 67.

Íshvarapranidhána

"consagração a Íshvara". Quinto preceito ético (niyama) do Yoga clássico. A prática de Íshvara pranidhána consiste em tomar esse modelo como objeto de meditação. Íshvara pranidhána também significa entregar as ações e seus frutos a uma vontade superior à própria. Pode entender-se como auto-aceitação no momento presente ou ainda como serviço à Humanidade.

Íshvarí

"Senhora". Outro nome da força psíquica potencial, kundaliní.

Jalándhara

"fecho que controla as redes", também chamado kantha samkochana, "contração da garganta". Técnica que consiste em recolher o queixo em direção à depressão jugular, na base da garganta. Usa-se durante as retenções, facilitando sua execução e evitando tontura, zumbidos nos ouvidos ou desvanecimento. Opera o controle sobre as correntes prânicas, daí o nome. Atua no cérebro, através da tração na parte superior da coluna vertebral, estimulando as glândulas endócrinas, regulando o fluxo de ar e prána na região do coração e ativando os canais sutis ídá e pingalá.

Janusirsasana

postura da cabeça no joelho.

Japa

repetição mental ou verbal de um mantra com o objetivo de atingir estados superiores de consciência. A repetição do mantra pode fazer-se de três maneiras diferentes: em voz alta, na forma de um murmúrio quase inaudível, ou mentalmente. A mais forte é a última. Todas elas possuem uma estreita relação com a respiração, o pránáyáma e o mátra (ritmo). O Kularnava Tantra, XI:19, aconselha: "durante o japa deve evitar-se toda preguiça, bocejo, sono, espirro, salivação, medo, movimento ou emoção. O mantra nada dá se houver comida em excesso, conversação incoerente, falatório, autoritarismo, apego aos demais ou instabilidade... Durante o japa devem evitar-se a inércia, a aflição, a atividade desnecessária, a imaginação desvairada e a ventosidade. Fique em paz, seja limpo e frugal com a comida, durma no chão (colchão duro), seja devoto, com pleno controle e livre das dualidades, com a mente estável, silencioso e com autocontrole, e então, faça japa."

Jihva bandha

"contração da língua". Técnica que consiste em pressionar a língua contra a raiz dos dentes superiores. Quando a língua obstrui o duto de confluência entre as narinas e a garganta, este bandha recebe o nome de khecharí mudrá.

Jivanmukti

"liberado vivo", aquele que alcançou a libertação pelo Yoga: "Aquele que está como dormido, tanto no sono como na vigília, sem respirar e imóvel, é verdadeiramente livre. Aquele cujos sentidos não se agitam, cuja mente e respiração se absorvem no próprio ser, que está como morto, se chama jívanmukti, o que se liberta em vida. Não ouve, não cheira, nem toca nem vê; tampouco conhece o prazer ou a dor, nem exercita a mente. Como um tronco de madeira, não conhece nada nem é consciente de nada; está unicamente absorvido em Shiva, está em samádhi. Kularnava Tantra, VI:4

Jñána

"conhecimento", "sabedoria". Esta é uma palavra que pode utilizar-se tanto em contextos seculares como sagrados. Pode fazer referência tanto a conhecimento de cunho intelectual como a conhecimento divino. Afirma a autora Tara Michaël: "Todas as disciplinas yogues têm um valor instrumental para restabelecer o espírito em sua pureza inata e permitir assim que o Conhecimento resplandeça, abolindo para sempre a ignorância congênita que consiste em 'tomar o que é impermanente por permanente, o que é impuro por puro, o que está entremeado de sofrimento por felicidade, e o que não é o Eu pelo Eu.' Yoga Sútra, II:5." O Yoga, p.141.

Jvesthasana

postura excelente.

Kaivalya

"isolamento". Libertação através do samádhi, estado de transcendência de todos os condicionamentos. O kaivalya é aquilo que permanece quando a mente inferior (manas) foi dissolvida através das práticas de concentração. Kaivalya é sinônimo de moksha.

Kakasana

postura do corvo.

Kála

"segmento", "parte". Tempo, destino, uma das categorias da existência. No Hatha Yoga, esta palavra designa também a potencialidade do som sutil e sua origem (náda e bindu). Um dos nomes de Shiva, o criador mítico do Yoga.

Kalakuta

um tipo de veneno.

Kalpavriksha

a árvore mítica dos desejos, capaz de realizar todos os objetivos.

Kámadeva

o deus do amor. Na mitologia, Kámadeva é Eros, o deus do amor indiano, representado como um jovem belo e vigoroso que porta um arco e uma aljava com cinco flechas de lótus que simbolizam os cinco sentidos.

Kámávasáyitvam

"moradia do desejo". Poder paranormal que outorga a capacidade de realizar qualquer desejo.

Kamdharasana

postura do pescoço.

Kanda

"bulbo". Também chamado kandasthána, é o ponto de origem da rede de canais prânicos no corpo sutil. Fica logo acima do períneo e possui forma oval, como os lingams de pedra. Configura a conjunção das nádís, os canais da força vital, entre o múládhára e o manipura chakra. Corresponde ao ponto que a medicina e as artes marciais chinesas chamam hara, no centro geográfico do corpo. As pétalas do múládhára chakra se abrem a partir da sua base. A cauda eqüina, o grupo de filamentos nervosos que se espalham a partir da região dorsal da coluna é a estrutura que corresponde ao kanda no corpo físico.

Kapálabháti

"crânio brilhante". Uma das purificações do organismo, que proporciona uma limpeza total das vias respiratórias. Elimine todo o ar dos pulmões. Inspire lenta e profundamente e, sem reter o ar, expire vigorosamente pelas narinas, fazendo bastante ruído e contraindo com força o abdômen. Volte a inspirar de forma completa, com suavidade, e solte o ar outra vez com vigor, mas sem contrair a musculatura facial nem movimentar os ombros. Faça isto pelo menos dez vezes. A posição sentada deve ser perfeitamente firme, para evitar oscilações devidas à força da exalação. É aconselhável utilizar um lenço debaixo das narinas, pelo menos durante os primeiros ciclos, para reter nele o excesso de mucosidade que será eliminado durante o exercício. Efeitos: o kapálabháti limpa instantaneamente as vias respiratórias. Fortalece o sistema nervoso e tonifica o organismo, regulando o seu metabolismo. Proporciona excelente oxigenação cerebral, limpando e purificando os pulmões e revigorando os órgãos internos e a musculatura abdominal. Produz um certo estado de euforia, aumenta a confiança em si próprio e a capacidade de controlar a mente. Desperta a faculdade da percepção sutil.

Kapalasana

postura do crânio.

Kapálika

"portadores do crânio". Nome de uma seita shivaísta cujos adeptos carregam um crânio humano, como símbolo do desapego à vida material, mas que também é utilizado para o não menos nobre propósito de fazer as refeições.

Kapálin

um mestre de Hatha Yoga.

Kapha

fleuma, um dos três humores corporais (doshas) mapeados pelo sistema de saúde ayurvêdico, ciência irmã do Yoga. O kapha dosha é descrito como sendo pesado, frio, oleoso e doce.

Kaphadosha

o mesmo que kapha.

Karaní

"fazer". Realizar alguma ação.

Karma

"ação". Este vocábulo deriva da raiz kr, que significa fazer, agir, criar. Karma pode traduzir-se como ação ou dever moral, o resultado das ações, a lei de causa e efeito. A teoria do karma afirma que a ação e a reação configuram dois aspectos da mesma realidade. Ao mesmo tempo, a noção de karma não tem nada a ver com fatalismo ou determinismo (embora o efeito esteja potencialmente contido na sua causa): muito pelo contrário, é uma realidade que pode ser modificada, uma espécie de destino maleável. Swámi Vivekánanda definiu o karma como "a eterna afirmação da liberdade humana. Nossos pensamentos, nossas palavras, nossos atos, são fios de uma rede que tecemos ao redor de nós mesmos." Ou seja, o homem é intrinsecamente livre e responsável pelas suas ações. O Satapatha Brahmana, VI:2.2,27, um dos mais profundos e antigos textos vêdicos, afirma que "todos os homens neste mundo nascem moldados por si mesmos." Estamos criando a nós mesmos a cada instante e podemos, através de um ato de vontade, nos transformar e transformar conseqüentemente nosso futuro.

Katicakrasana

postura da cintura e das ancas.

Kedara

residência mítica do deus Shiva.

Kevala

"puro", "absoluto". O kevala kúmbhaka acontece no estágio mais avançado do Yoga, quando a respiração cessa, sem movimento inspiratório ou expiratório. O praticante pode retê-la espontaneamente pelo tempo que desejar. Isto ocorre quando o prána pára de fluir por ídá e pingalá, passando a circular apenas por sushumná, que entra assim em atividade. "Nada nos três planos da existência é impossível de se alcançar para aquele que detém o domínio do kevala kúmbhaka e possui a faculdade de reter a sua respiração como desejar." HYP, II:74. O kevala kúmbhaka é a meta do pránáyáma: acontece quando a força kundaliní está desperta. É o resultado do despertar da consciência do corpo sutil. Após ter adquirido o domínio total dos vrittis (instabilidades da consciência) e do plano subconsciente (swápna) através do sahita kúmbhaka, o yogi passa a ser swámi, "senhor de si mesmo". Havendo despertado nos três planos da existência, advém a faculdade da onisciência. Não é uma técnica em si, mas uma conseqüência própria dos pránáyámas, notadamente os ritmados. O ritmo inicialmente regulará as pulsações do corpo, para em seguida aquietá-las. Quando o corpo se aquieta, cessa também a turbulência da consciência. Aparentemente o yogi está imóvel, ausente, mas, interiormente, ele está despertando a maior força existente no ser humano, que se manifesta como energia, expansão da consciência, hiperlucidez e bem-aventurança infinita. "Quando o yogi consegue, segundo a sua vontade, regular o ar e deter a respiração (em qualquer momento e durante o tempo desejado), então logrará sem dúvida o sucesso no kúmbhaka; e tendo sucesso no kúmbhaka, que coisas não poderá realizar o yogi?" Shiva Samhitá, III:39.

Khecharí

"que se move no espaço". Contração que consiste em obstruir a passagem do ar pela garganta, voltando a língua para cima e para trás, confortavelmente e sem forçar. Este exercício se sustenta durante bastante tempo em algumas meditações, pelo que o relaxamento completo é fundamental. Consiste em retrair a língua de forma que a ponta fique pressionando o palato mole, no céu da boca. Com a prática, a língua se alonga até alcançar a cavidade posterior à úvula, onde se situa o triveni, o ponto de confluência das três principais nádís: sushumná, idá e pingalá. Simultaneamente, através desta pressão produz-se uma massagem indireta nas glândulas pineal e pituitária. Perseverando na prática, começam-se a sentir diferentes sabores: alcalinos, amargos, lácteos, e finalmente, o gosto do néctar (amrita). Antigamente, alguns yogis tinham o costume de cortar o freio da língua para poder atingir mais facilmente o triveni. É muito útil para prolongar o kúmbhaka e para fazer concentração.

Klesha

"dor". Os kleshas são os aspectos dolorosos da consciência, as misérias existenciais: "Ignorância, egoísmo, exaltação das paixões, aversão e medo da morte são os cinco kleshas. A ignorância é a causa dos outros quatro, estejam eles em estado latente, atenuado, intermitente ou ativo." Yoga Sútra, II:3-4. O comentarista Vyása explica: "As aflições ou misérias são as cinco formas de conhecimento errôneo. Quando elas se manifestam fortalecem o equilíbrio dos gunas, produzem as mudanças, colocam em movimento o fluxo de causa e efeito e, combinadas, produzem os frutos das ações. No presente contexto, a ignorância é indicada como o caldo de cultivo onde se manifestam o egoísmo e as outras misérias, em estado latente, intermitente ou ativo. Todos os kleshas são variedades da ignorância, pois eles estão permeados pela ilusão. Quando um objeto está colorido pela ignorância, os outros kleshas se manifestam naturalmente. As aflições se experienciam em presença da ignorância e se dissipam quando ela é atenuada." Yoga Bháshya, comentário dos sútras II:3 e II:4.

Konasana

postura do ângulo.

Kshana

"momento", "instante". No Hatha Yoga Pradípiká, um kshana define um período de 24 minutos. No Yoga Bhashya, um tratado que comenta o Yoga Sútra do sábio Pátañjali, o autor afirma que um kshana é o lapso que transcorre durante o deslocamento de um átomo de uma posição para outra.

Kukkutasana

postura do gato.

Kukkutásana

"postura do galo". É um dos ásanas de mais difícil execução, pois combina flexibilidade extrema na bacia, nos joelhos e mãos com força e equilíbrio nos braços. Consiste em assumir padmásana, a postura do lótus, e passar os antebraços até acima da linha dos cotovelos nos espaços entre os joelhos. Feito isso, as palmas ficam apoiadas no chão e o corpo em equilíbrio elevado nelas.

Kúmbhaka

"jarro de água". É a retenção do fluxo respiratório com os pulmões cheios de ar e prána. Em alguns textos esta retenção recebe o nome de antara kúmbhaka ou retenção interna, por oposição à retenção externa, shúnyaka ou báhya kúmbhaka. O kúmbhaka ocupa um lugar de destaque dentro da prática do pránáyáma, pois é durante a retenção que se processa a absorção da energia vital. Para fazer a suspensão, é preciso primeiramente fechar a glote através do jalándhara bandha. O tempo desta retenção pode variar. Evite suspender a respiração durante demasiado tempo, pois isto pode provocar palpitações, taquicardia e respiração ofegante. O ritmo de evolução nos pránáyámas deve ser metabolizável: não se deve forçar além dos limites naturais do organismo. A melhor forma de reter o ar é evitando encher os pulmões até o limite. Exercícios acompanhados de kúmbhaka têm por objetivo aumentar o tônus do organismo e estimular as funções fisiológicas. Nas primeiras práticas pode ocorrer uma ligeira tonteira, devido à hiper-oxigenação cerebral, que é completamente normal, embora não esteja demais consultar o seu instrutor para corrigir eventuais erros de execução.

Kundalí

"enroscada". O mesmo que kundaliní.

Kundaliní

"serpentina". Kundaliní é a forma em que Shaktí, a energia primordial está presente no ser humano: a energia ígnea que permanece em estado latente na base da coluna na forma de uma serpente. "Ela, a encantadora do mundo, brilha como um relâmpago; o seu doce murmúrio parece-se com o indistinto zumbido de milhares de abelhas loucamente enamoradas. Ela é a fonte de toda palavra. Ela é quem mantém a todos os seres do mundo através da inspiração e da expiração, e refulge na superfície do múládhára chakra como uma corrente de luzes brilhantes." Satchakra Nirúpana, 10. Iconograficamente a kundaliní se representa, dentro do homem, como uma serpente adormecida, enrolada três vezes e meia em torno do lingam (o falo, símbolo do poder gerador masculino), e obstruindo com a sua cabeça a entrada da sushumná nádí, o canal mais importante dos que veiculam os alentos vitais, encontrando-se na base da coluna vertebral, no chakra chamado múládhára. O despertar da kundaliní e a sua ascensão pela sushumná nádí produz um calor muito intenso, e a sua passagem através dos chakras desenvolve os poderes latentes inerentes a cada um deles. A técnica para despertar kundaliní consiste em concentrar o prána em idá e pingalá nádí, e em levar essa energia para o múládhára chakra. Através de determinados ásanas, visualizações, manipulações da energia por meio de bandhas e mudrás, o yogi faz com que ela chegue até onde reside a kundaliní. Ali acontece o despertar e desenvolvem-se os fenômenos subseqüentes: ascensão pela sushumná nádí e samádhi, que acontece quando a serpente penetra o sétimo chakra, chamado sahásrara, no alto da cabeça. "Em síntese, kundalí é a representante corporal individual do grande poder cósmico (Shaktí) que cria e sustenta o universo. Quando essa Shaktí, que se manifesta como consciência individual (jíva) se funde na consciência do Shiva supremo, o mundo dissolve-se para esse jíva, e obtém-se a liberação (mukti)." J. Woodroffe, El Poder Serpentino, p. 181.

Kurmasana

postura da tartaruga.

Kúrmásana

"postura da tartaruga". No Hatha Yoga Pradípiká, este ásana consiste em sentar-se com as plantas dos pés cruzadas sob o assoalho pélvico. Nos dias de hoje, esse nome designa outras duas posturas diferentes, ambas de flexão frontal: uma em que o praticante senta sobre os calcanhares e deita sobre as coxas, com os joelhos unidos, os braços ao longo das pernas, as palmas voltadas para cima e a testa apoiada no chão; e outra de muito difícil execução na que o praticante deita para frente, com as pernas afastadas e os braços por baixo delas, mantendo as palmas voltadas para baixo.

Kutilangí

outro nome da força kundaliní.

Lolasana

postura móvel.

Makarasana

postura do crocodilo.

Mandukasana

postura da rã.

Marjariyasana

postura do gato.

Matsyakridasana

postura do jogo do peixe.

Matsyasana

postura do peixe.

Matsyendrasana

postura de matsyendra.

Mayasana

postura da magia.

Mayurasana

postura do pavão.

Merudandasana

postura do eixo do (monte) meru.

Meruprsthasana

postura das costas e do (monte) meru.

Meruvakrasana

postura retorcida do (monte) meru.

Mervakarsanasana

postura de torção do (monte) meru.

Mrtasana

postura da morte.

Mulabandhasana

postura do bloqueio de períneo.

Murdhasana

postura do crânio.

Nabhyasana

postura do prumo.

Nadi

canal por onde circula o prana no corpo etérico.

Narayanasana

postura de narayana.

Natarajasana

postura do rei dos dançarinos.

Natasirsasana

postura da cabeça do dançarino.

Natavarasana

postura do mestre dos dançarinos.

Nauk asana

postura do barco.

Navasana

postura do nau.

Niralambapascimottanasana

postura da extensão do dorso sem apoio.

Niralambasirsasana

postura da cabeça sem apoio.

Padahastasana

postura das mãos sob os pés.

Padahastasana

postura das mãos e dos pés.

Padangusthasana

postura dos dedos do pé.

Padaprasarapáscimottanasana

postura da extensão do dorso com as pernas estiradas.

Padmamayurasana

postura do pavão com lótus.

Padmaniralambasirsasana

postura da cabeça sem apoio e com lótus.

Padmasana

postura do lótus.

Padmasarvangasana

postura de todos os membros com lótus.

Parivrttaparsvakonasana

postura do ângulo torcido das costas.

Parsvakukkutasana

postura do galo nas costas.

Parsvasana

postura das costas.

Parsvottanasana

postura de extensão das costas.

Parvatasana

postura da montanha.

Parvatasana

postura da montanha.

Paryankasana

postura do leito.

Páscimottanasana

postura da extensão do dorso.

Pavanamuktasana

postura de liberação de gases.

Prana

pra (antes), ana (respiração); força vital; ki; chi; segundo princípio; surge do substrato com o primeiro princípio, inteligência; juntos eles criam a consciência individualizada. Há cinco pranas principais no corpo humano: prana, apana, samana, udana e vyana. Eles surgem do prana cósmico, ou segundo princípio.

Pranamasana

postura da reverencia.

Pranamasana

postura da reverencia.

Pranayama

método de respiração controlada usado para regular a mente, a respiração, o prana, e por conseguinte a saúde física e mental; deve ser praticado apenas com instrutor qualificado.

Prsthasana

postura das costas.

Purnabhujamgasana

postura completa da cobra.

Purnadhanurasana

postura completa doa arco.

Purnamatsyendrasana

postura completa de matsyendra.

Purnasalabhasana

postura completa do gafanhoto.

Purnasana

postura completa.

Purnasasasana

postura completa da lebre.

Purnavlomasana

postura invertida completa.

Purvahalasana

postura inicial do arado.

Sadhakasana

postura do praticante ou do mágico.

Salabhasana

postura do gafanhoto.

Salambasirsasana

postura da cabeça com apoio.

Samakonasana

postura do ângulo reto.

Samskaras

impressões energéticas inatas

Saraladhanurasana

postura simples do arco.

Sarpasana

postura da serpente.

Sarvangasana

postura de todos os membros.

Sasankasana

postura da lua.

sasasana

postura da lebre.

Savasana

postura do cadáver

Setvana

postura da ponte.

Siddhasana

postura perfeita.

Siddhayonysana

postura perfeita do útero.

Sirsapadasana

postura do pé e da cabeça.

Sirsasana

postura da cabeça.

Slmhasana

postura do leão.

Slrsangusthayogasana

postura de junção do hálux na cabeça.

Stambhasana

postura da coluna.

Stavasana

postura do elogio.

Sukhasana

postura confortável.

Sumervasana

postura do (monte) meru.

Suptavajrasana

postura do raio adormecido.

Suryanamsikara

saudação ao sol.

Tantra

caminho que aceita todos os aspectos do mundo físico, acreditando que todas as coisas levam ao divino; aceitação total; muitas vezes tido como que limitado ao sexo é, na verdade, uma abordagem total.

Tiryaksarpasana

postura da cobra curvada.

Trikonasana

postura em três ângulos.

Tulangulasana

postura do prumo da balança.

Ugrasana

postura revigorante.

Urdhvapadmasana

postura ereta do lótus.

Ustrasana

postura do camelo.

Uttamaprsthasana

postura das costas estendidas.

Uttanaikapasasirsasana

postura da cabeça com um pé estendido.

Uttanasana

postura da extensão.

Utthitahastamerudandasana

postura do eixo do (monte) meru com as mãos erguidas.

Utthitahastapadangulasana

postura dos dedos do pé e da mão estirados.

Utthitajanusirsasana

postura ereta da cabeça no joelho.

Utthitakukkutasana

postura ereta do galo.

Utthitaloiasana

postura ereta do balanço.

Utthitapadmasana

postura ereta do lótus.

Vajrasana

postura do raio.

Vajratulangulasana

postura do prumo da balança e do raio.

Vakrasana

postura recurva.

Vasanas

impressões energéticas latentes.

Vasisthasana

postura excelente.

Vedas

literalmente significa conhecimento, mas usado aqui significa o Livro da Sabedoria, o livro mais antigo do mundo. Existem quatro Vedas.

Virabhadrasana

postura amistosa do herói.

Virasana

postura do herói.

Vrkasana

postura do lobo.

Vrksasana

postura da árvore.

Vrscikasana

postura do escorpião.

Vyaghrasana

postura do tigre.

 
     
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